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	<title>Arquivos AVC - Dra. Simone Amorim</title>
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	<description>Especialista em tratamentos com Toxina Botulínica na Neurologia.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Dec 2021 13:13:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Para além da estética, o botox pode ser usado como uma medicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 00:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Distonia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento contra a Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Botox]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[enxaqueca crônica]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Recentemente, eu concedi entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo sobre o uso da toxina botulínica (popularmente conhecido por Botox - sua marca mais famosa) para fins teurapêuticos na neurologia. A matéria foi veiculada e replicada por diversos veículos. Neste link você pode ler a versão mais completa do conteúdo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2192 size-large" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1024x577.png" alt="Botox também pode ser usado como medicação" width="1024" height="577" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-200x113.png 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-300x169.png 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-400x225.png 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-600x338.png 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-768x433.png 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-800x451.png 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1024x577.png 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1200x676.png 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1536x866.png 1536w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao.png 1609w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recentemente, eu concedi entrevista ao jornal <a href="https://digital.estadao.com.br/article/282561611459226" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Estado de S. Paulo</strong></a> sobre o uso da toxina botulínica (popularmente conhecido por Botox &#8211; sua marca mais famosa) para fins teurapêuticos na neurologia. A matéria foi veiculada e replicada por diversos veículos. <a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/agencia-estado/2021/12/04/para-alem-da-estetica-o-botox-pode-ser-usado-como-uma-medicacao.htm" target="_blank" rel="noopener"><strong>Neste link</strong></a> você pode ler a versão mais completa do conteúdo.</p>
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		<title>5 fatos sobre AVC que você ainda não sabe</title>
		<link>https://drasimoneamorim.com.br/5-fatos-sobre-avc-que-voce-ainda-nao-sabe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus em pacientes neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[derrame cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[possíveis sequelas do AVC]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação depois de um AVC]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas do AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se vamos falar sobre Acidente Vascular Cerebral (AVC), é imprescindível relembrar que os sinais mais comuns costumam ser perda súbita de força e/ou formigamento no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de falar; perda de visão repentina em um ou nos dois olhos; forte dor de cabeça. Há outras informações valiosas  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se vamos falar sobre <strong>Acidente Vascular Cerebral (AVC)</strong>, é imprescindível relembrar que os sinais mais comuns costumam ser perda súbita de força e/ou formigamento no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de falar; perda de visão repentina em um ou nos dois olhos; forte dor de cabeça. Há outras informações valiosas que pouco são mencionadas, por isso trouxe neste texto. Vamos lá?</p>
<h2>1. Existe recuperação depois de um AVC</h2>
<p>Com o atendimento emergencial imediato, o neurologista pode analisar as possíveis sequelas, as funções acometidas e iniciar, também com brevidade e se for o caso, os tratamentos de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener">reabilitação</a></strong>.</p>
<p>As <a href="https://drasimoneamorim.com.br/avc-da-prevencao-a-reabilitacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>possíveis sequelas</strong></a> após a ocorrência de um acidente vascular cerebral podem ser motoras, neurológicas e emocionais, tais como:</p>
<ul>
<li>Depressão;</li>
<li>Desequilíbrio;</li>
<li>Dificuldade na localização espacial;</li>
<li>Dificuldade para falar, comer, engolir a própria saliva;</li>
<li>Espasticidade;</li>
<li>Impaciência;</li>
<li>Isolamento;</li>
<li>Paralisia facial;</li>
<li>Perda de memória (podendo ser definitiva ou não);</li>
<li>Problema para se expressar;</li>
<li>Redução de mobilidade;</li>
<li>Sensação de ardência no lado paralisado.</li>
</ul>
<p>Isso significa que, além do acompanhamento neurológico, precisará do suporte da fonoaudiologia, da terapia ocupacional e da fisioterapia para retomar as funções de fala, mastigação, coordenação motora e movimentação geral.</p>
<p>A <strong>espasticidade</strong>, que se apresenta com a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EEStXMe_PC8&amp;list=PL46LWjNZGOa0yyWOY4C1tXSivVmKjsxur" target="_blank" rel="noopener"><strong>rigidez muscular</strong></a> ou espasmos dos membros, tende a evoluir se não receber a atenção adequada e no tempo certo, tornando o paciente incapaz de realizar atividades simples &#8211; como tomar banho, escovar os dentes e comer.</p>
<p>Para esses casos, a fisioterapia tem a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/indicacoes-da-toxina-botulinica-nas-disfuncoes-neurologicas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>toxina botulínica tipo A</strong></a> como aliada. A medicação deve ser aplicada por neurologista ou fisiatra nos membros afetados de 4 em 4 meses a fim de promover o relaxamento muscular. Assim, aumentará o relaxamento muscular do membro e a mobilidade do indivíduo.</p>
<p>Além dos benefícios da recuperação da função, a terapia ainda reduz os quadros de dor provocados pela contratura constante dos membros. Seguindo corretamente os protocolos do tratamento, o paciente acometido pelo AVC pode recuperar mais rapidamente a sua autonomia, com a possibilidade de reintegração de suas atividades e da sua qualidade de vida.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Acidente Vascular Cerebral (AVC): A vida do paciente depois do derrame" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-FLU91CYNAo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>2. Existe mais de um tipo de AVC</h2>
<p>Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral acontece quando o sangue encontra dificuldade para chegar ao cérebro, interferindo na passagem de oxigênio e outros nutrientes. Sua ocorrência também está ligada ao rompimento de um vaso sanguíneo, que leva à hemorragia cerebral. O primeiro tipo é o que chamamos de AVC isquêmico, enquanto o segundo – como a própria denominação propõe -, é o AVC hemorrágico. O isquêmico é o mais comum, responsável por 80% dos casos. Já o hemorrágico, que acomete os 20% restantes, é o tipo mais perigoso de AVC devido ao maior risco de morte e sequelas severas à pessoa.</p>
<h2>3. É possível ter AVC mais de uma vez</h2>
<p>O paciente que teve um AVC apresenta de 25 a 30% mais chances de desenvolver um segundo evento. Para reduzir as possibilidades de nova ocorrência, tratar as causas iniciais e aderir hábitos saudáveis de vida são estratégias fundamentais.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="O paciente pode ter AVC (derrame cerebral) mais de uma vez?" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-WGG-FWSBkM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>4. Coronavírus pode aumentar a chance de um acidente vascular cerebral e piora das sequelas</h2>
<p>Apesar de estarmos convivendo com a covid-19 há mais de um ano e meio, ainda estamos assimilando como ela age nos mais diferentes perfis de pessoas, incluindo <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/covid-19-impactos-do-virus-e-das-vacinas-em-pacientes-com-doencas-neurologicas/" target="_blank" rel="noopener">pacientes neurológicos</a></strong>. O que entendemos é que as manifestações mais comuns a todos são perda do olfato e paladar, tontura, confusão mental, dor de cabeça e, nos casos mais graves, acidente vascular cerebral. Esta última intercorrência se deve ao fato de que o coronavírus ocasiona uma vasta inflamação dos vasos sanguíneos, facilitando a ocorrência do popular derrame.</p>
<p>A World Stroke Organization (WSO) realizou um levantamento que apontou uma queda global de mais de 60% nos atendimentos de AVC após o início do isolamento social. Isso porque as pessoas passaram a sentir medo de contrair a covid-19 ao visitar hospitais. Além disso, muitas pessoas relaxaram nos cuidados gerais com a saúde, deixando de praticar atividade física e consumindo mais alimentos ricos em gordura.</p>
<p>Tudo isso contribui para o aumento de ocorrências e agravo de sequelas, que podem levar os pacientes à dependência total de outras pessoas e ao desenvolvimento de demência, por exemplo.</p>
<h2>5. É possível prevenir o AVC</h2>
<p>Como expliquei acima, a prática de maus hábitos pode reverberar negativamente na saúde do paciente. Portanto, buscar o equilíbrio é necessário para contribuir com o bom funcionamento do corpo. Consumir alimentos ricos em nutrientes, beber bastante água, se exercitar, não abusar de bebidas alcoólicas, evitar tabagismo e realizar consultas anuais para check up são manobras fundamentais para prevenção do acidente vascular cerebral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></p>
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		<title>Como acontece a neuroplasticidade pós-AVC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 19:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Neuromodulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os nossos órgãos estão conectados de alguma forma, por isso quando ocorre uma falha em alguns deles, podemos ter reflexo em outros. Isso nos permite compreender porque funções essenciais são comprometidas quando o cérebro, o rim ou o pâncreas é acometido por algum problema. Quando há ocorrência de um AVC, por exemplo, temos um  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os nossos órgãos estão conectados de alguma forma, por isso quando ocorre uma falha em alguns deles, podemos ter reflexo em outros. Isso nos permite compreender porque funções essenciais são comprometidas quando o cérebro, o rim ou o pâncreas é acometido por algum problema. Quando há ocorrência de um AVC, por exemplo, temos um desdobrar de possíveis disfunções, que passam pela cognição, fala, mastigação e movimentos de membros.</p>
<p>Conhecido popularmente como derrame cerebral, o AVC acontece quando o sangue encontra dificuldade para chegar ao cérebro, interferindo na passagem de oxigênio e outros nutrientes. Sua ocorrência também está ligada ao rompimento de um vaso sanguíneo, que leva à hemorragia cerebral. O primeiro tipo é o que chamamos de <strong>AVC isquêmico</strong>, enquanto o segundo &#8211; como a própria denominação propõe -, é o <strong>AVC hemorrágico.</strong></p>
<p>A boa notícia diante de um quadro de AVC, a depender do tipo e gravidade, é que o nosso cérebro conta com um trunfo que é a <strong>neuroplasticidade,</strong> ou seja, uma capacidade de gerar novas conexões que permitem a recomposição total ou de grande parte das perdas geradas pela doença.</p>
<p>Traduzindo, a neuroplasticidade é a forma que os neurônios saudáveis encontram de “refazer” antigos caminhos para que o nosso corpo volte a ter a capacidade de executar determinadas ações, como comer sozinho, segurar e mover objetos, falar corretamente, se vestir e caminhar.</p>
<p>É um processo demorado, variando caso a caso, mas que pode ser acelerado com as terapias de reabilitação.</p>
<h2><strong>Como estimular a neuroplasticidade pós-AVC</strong></h2>
<p>O primeiro passo para estimular a neuroplasticidade se dá a partir da condução, o mais breve possível, das terapias de reabilitação a partir de um médico neurologista ou fisiatra, que irá avaliar as condições e necessidades do paciente para o desdobramento dos demais profissionais que possam somar ao tratamento com a fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, entre outras, e que poderão ter o suporte de medicações especiais, orais e injetáveis.</p>
<p>A importância da brevidade pela reabilitação se dá para conter os processos degenerativos, especialmente de contratura e atrofia dos membros, muito comum na ocorrência do AVC e que apresenta excelente resposta com a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-toxina-botulinica/" target="_blank" rel="noopener">toxina botulínica A</a></strong>.</p>
<p>Outra técnica com resultados bastante promissores para a neuroplasticidade é a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>neuromodulação não-invasiva</strong></a>, realizada pela <strong>Estimulação Magnética Transcraniana</strong> (EMT) e que atua emitindo ondas eletromagnéticas capazes de alterar o padrão o funcionamento cerebral para melhorar o desempenho do sistema nervoso central (cérebro/medula) e/ou sistema nervoso periférico (nervos periféricos).</p>
<h2><strong>Como somar às terapias de neuroplasticidade em casa</strong></h2>
<ol>
<li><strong>Rotinas do dia a dia –</strong> Dedicar-se, à medida do possível, à prática das atividades da casa e do autocuidado, como a própria higiene, o se vestir, se alimentar e algum tipo de passatempo, como o cultivo de plantas.</li>
<li><strong>Animais –</strong> Manter contato com bichos de estimação que possam estimular a interação e até a movimentação dentro de casa.</li>
<li><strong>Música –</strong> Ouvir música promove conexões neurais, melhora o humor e pode até estimular o paciente a dançar, dentro de suas capacidades. Quando existe um ritmo externo que dita a frequência dos movimentos eles tendem a acontecer mais naturalmente. Se o canto também for promovido ele contribui como forma de exercício respiratório que agrega para musculatura orofaríngea.</li>
</ol>
<p>O importante é saber que todo estímulo é bem-vindo, por menor que ele seja, e quanto mais constante e prazeroso for, melhor será o processo de recuperação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></p>
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		<title>AVC: da prevenção à reabilitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 15:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento contra a Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Botox]]></category>
		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[rigidez muscular]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[toxina boulínica A]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento com toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acidente vascular cerebral (AVC), ou derrame, é um tema recorrente: milhares de pessoas são vítimas dele a cada ano, mais precisamente 1 a cada 4 pessoas no Brasil, segundo dados da Rede Brasil AVC. E os motivos para o aumento de ocorrências estão diretamente relacionados aos hábitos de vida da população, que passam por  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acidente vascular cerebral (AVC), ou derrame, é um tema recorrente: milhares de pessoas são vítimas dele a cada ano, mais precisamente 1 a cada 4 pessoas no Brasil, segundo dados da <strong><a href="http://www.redebrasilavc.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rede Brasil AVC</a></strong>. E os motivos para o aumento de ocorrências estão diretamente relacionados aos hábitos de vida da população, que passam por má qualidade da alimentação, sedentarismo e vícios, como o tabagismo e consumo de álcool, que comprometem a saúde cardiovascular e facilitam o desenvolvimento da hipertensão &#8211; dois elementos de gatilho para o derrame cerebral.</p>
<p>Existem dois tipos de AVC, o isquêmico, onde há uma interrupção do fluxo em um vaso sanguíneo cerebral, e o hemorrágico, em que há um rompimento destes vasos e extravasamento de sangue no cérebro.</p>
<p>O isquêmico é o mais comum, responsável por 80% dos casos. Já o hemorrágico, que acomete os 20% restante, é o mais grave pelo maior risco de morte e sequelas severas ao indivíduo.</p>
<h4>Prevenção do AVC</h4>
<p>Da mesma forma que os hábitos nocivos são os fatores de gatilho para a ocorrência do AVC, uma rotina saudável faz o papel inverso. Manter uma alimentação equilibrada em proteínas e fibras, com baixo índice de gordura saturada, açúcar e sal, já colabora para um peso corporal e níveis de colesterol adequados.</p>
<p>Com a prática regular de exercícios físicos, estes ganhos se ampliam e somam para a saúde cardiovascular como um todo, com a manutenção dos níveis de pressão arterial em índices normais.</p>
<p>Paralelo a isso, e à medida que envelhecemos, o check-up médico anual atua para a identificação de possíveis disfunções, inclusive as genéticas, que podem contrapor até mesmo os bons hábitos e apresentar risco de AVC para algumas pessoas.</p>
<h4>O relógio conta no atendimento ao AVC</h4>
<p>O AVC não dá aviso prévio mas, embora varie de pessoa para pessoa, emite sinais claros quando ocorre. Dentre os sintomas mais comuns, estão: fraqueza de um lado do corpo, alteração ou perda de visão, dificuldade para fala, desvio de rima labial (a boca fica torta), dificuldade para engolir, desequilíbrio, tontura, além de dor de cabeça forte e persistente.</p>
<p>Ao primeiro sinal de algumas dessas manifestações, a pessoa deve ser levada imediatamente ao pronto-socorro para que receba o atendimento especializado, que irá conter o AVC e impactar essencialmente no salvamento de sua vida ou na extensão de suas sequelas.</p>
<p>O tempo máximo esperado para o atendimento e reversão dos quadros gerados pelo derrame são de até quatro horas.</p>
<h4>Reabilitando o AVC</h4>
<p>O primeiro passo após os atendimentos de emergência é analisar a gravidade das sequelas, as funções acometidas e iniciar, também com brevidade, os tratamentos de reabilitação.</p>
<p>De maneira geral, o paciente precisará de um acompanhamento neurológico, com apoio da fonoaudiologia, da terapia ocupacional e da fisioterapia, visando a retomada das funções de fala, mastigação, coordenação motora e movimentação geral.</p>
<p>A espasticidade, que se apresenta com a rigidez muscular ou espasmos dos membros, tende a evoluir se não receber a atenção adequada e no tempo certo, tornando o indivíduo incapaz de realizar atividades simples como tomar banho, escovar os dentes e comer.</p>
<p>Nesses casos, a fisioterapia tem como aliada a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-toxina-botulinica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica tipo A</a></strong>, que deve ser aplicada por profissionais da neurologia ou da fisiatria nos membros afetados.</p>
<p>A medicação, que deve ser realizada de 4 em 4 meses, promove o relaxamento muscular, dando mais possibilidade de manejo do membro e o consequente aumento da mobilidade.</p>
<p>Para além dos benefícios da recuperação da função, a terapia ainda diminui os quadros de dor provocados pela contratura constante dos membros. Seguindo corretamente os protocolos do tratamento, a pessoa acometida pelo AVC pode recuperar mais rapidamente a sua autonomia, com a possibilidade de reintegração de suas atividades e da sua qualidade de vida.</p>
<p>O post <a href="https://drasimoneamorim.com.br/avc-da-prevencao-a-reabilitacao/">AVC: da prevenção à reabilitação</a> apareceu primeiro em <a href="https://drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
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		<title>A importância do suporte psicoemocional na Neurorreabilitação</title>
		<link>https://drasimoneamorim.com.br/a-importancia-do-suporte-psicoemocional-na-neurorreabilitacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 14:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No meu último post aqui no blog, comentei sobre o grande número de perguntas enviadas pelos telespectadores a um programa de TV sobre distonia, do qual participei. Foram muitas questões interessantes, colocadas a partir do ponto de vista dos pacientes e de seus familiares. Várias delas merecem aprofundamento, como esta que toca em um aspecto  [...]</p>
<p>O post <a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-importancia-do-suporte-psicoemocional-na-neurorreabilitacao/">A importância do suporte psicoemocional na Neurorreabilitação</a> apareceu primeiro em <a href="https://drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No meu último post aqui no blog, comentei sobre o grande número de perguntas enviadas pelos telespectadores a um <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/pacientes-tiram-suas-duvidas-sobre-sintomas-e-tratamento-da-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">programa de TV sobre distonia</a></strong>, do qual participei. Foram muitas questões interessantes, colocadas a partir do ponto de vista dos pacientes e de seus familiares. Várias delas merecem aprofundamento, como esta que toca em um aspecto crucial: qual a importância do suporte psicoemocional nos tratamentos dos comprometimentos neurológicos?</p>
<div id="attachment_1644" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1644" class="wp-image-1644" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3.jpg" alt="suporte psicológico" width="675" height="506" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-200x150.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-300x225.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-400x300.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-600x450.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-768x575.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-800x599.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-1024x767.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3-1200x899.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/psicologo-3.jpg 1500w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /><p id="caption-attachment-1644" class="wp-caption-text">Neurorreabilitação: o suporte psicoemocional deve visar tanto o paciente, quanto seus familiares próximos</p></div>
<p><span style="font-size: 16px;">Eu diria que essa importância é muito grande, e que tanto os pacientes quanto os seus familiares próximos, envolvidos diretamente com os casos, devem ser orientados a buscar esse acompanhamento. <strong>E</strong></span><strong>xplico as principais razões: </strong></p>
<ol>
<li>Falar em comprometimentos neurológicos é falar de um universo vasto de possibilidades que, em grande parte, envolvem situações nas quais as ideias de melhora e de evolução existem sim, mas precisam ser reelaboradas;</li>
<li>É razoável pensarmos também nos impactos psicoemocionais que quadros crônicos possam acarretar, tanto para o paciente, quanto para os seus cuidadores diretos;</li>
<li>Muitas vezes, os comprometimentos envolvem também a parte cognitiva e/ou transtornos específicos, que exigem a assistência adequada.</li>
</ol>
<p>Primeiramente, temos de lembrar que em muitas doenças genéticas, doenças neurodegenerativas e até mesmo em situações como traumatismos e AVCs, algumas áreas do cérebro são afetadas de forma permanente e irreversível. Aí, o papel da <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Neurorreabilitação</a></strong> é o de explorar e de propiciar as melhores possibilidades para o paciente, dentro de suas condições específicas.</p>
<p>Isso significa que a criança com comprometimentos severos, causados por uma <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratamento-da-paralisia-cerebral-pode-e-deve-combinar-terapias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>paralisia cerebral</strong></a>, por exemplo, não irá correr, pular e se desenvolver dentro dos marcos motores médios esperáveis para a sua idade. Mas evoluções possíveis de acordo com o seu quadro clínico, como conseguir segurar um lápis ou usar um <em>tablet, </em>podem significar grandes avanços!</p>
<p>Essa é uma importante revisão de expectativas, sendo o <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/psicoterapia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>suporte psicológico</strong></a> muito importante para ajudar a família a elaborar isso e a criar um ambiente de real acolhimento e de inclusão para esse indivíduo.</p>
<p>Por outro lado, para os familiares envolvidos diretamente na assistência a esses pacientes, também são colocados diversos desafios, tais como: a escassez de tempo para cuidar de si mesmo, o cansaço, a falta de reconhecimento, o medo de falhar, entre tantos outros. Costumo dizer que para cuidar bem do outro, precisamos primeiro estar bem em primeiro lugar, sem sentir culpa por isso!</p>
<p>Relativamente ao próprio paciente, entre todos os aspectos, não podemos nos esquecer dos impactos causados pelos comprometimentos neurológicos na vida social. Pensemos no que é enfrentar um quadro degenerativo ou as limitações impostas por um <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/?s=AVC" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AVC</a></strong>: além da lida com os sintomas, isso implica em todo um processo de adaptação, adequação e aceitação nas mais variadas esferas da vida, gerando grandes abalos psicoemocionais.</p>
<p>Para além de tudo isso, ainda temos de considerar que os limites que separam os transtornos mentais e os problemas neurológicos podem ser muito tênues. Afinal, ambos os grupos têm uma base neurobiológica. São vários os exemplos de doenças neurológicas com manifestações psiquiátricas. Sabemos, por exemplo, que entre os pacientes com a <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/o-tratamento-de-parkinson-e-de-outros-disturbios-do-movimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Doença de Parkinson</strong></a> e a <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/manter-a-mente-ativa-e-a-melhor-estrategia-contra-o-alzheimer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Doença de Alzheimer</a></strong>, há também uma grande incidência de depressão.</p>
<p>Por todas essas razões é que o suporte especializado no campo psicoemocional é um ponto de enorme importância nas abordagens propostas para o tratamento do paciente neurológico, seja com o apoio psicoterápico, seja com tratamento psiquiátrico – isso irá variar, conforme cada caso.</p>
<p>Eis aqui então o caráter ao mesmo tempo multidisciplinar e individualizado do conceito de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Neurorreabilitação</a></strong>. Nesse campo, nós cruzamos e aliamos áreas de conhecimento, para bem do paciente, dentro de suas necessidades específicas. É um caminho longo, com muitas portas de acesso, no qual cabe aos profissionais de saúde o papel de conduzir às chaves corretas para cada caso.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Distonia: entenda esse tipo de distúrbio" frameborder="0" width="1170" height="662" src="https://www.dailymotion.com/embed/video/x7a5xtv" allowfullscreen allow="autoplay"></iframe></div>
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		<title>Causas, tratamentos e diagnósticos dos distúrbios do movimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 00:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Distúrbios do movimento são aqueles quadros caracterizados por movimentos anormais ou excessivos, que não podem ser controlados pela pessoa. Eles acontecem devido algum problema no funcionamento do sistema nervoso, e podem afetar muito a capacidade funcional do paciente, bem como a sua qualidade de vida. Inúmeras doenças cursam com distúrbios do movimento, seja como sintoma  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Distúrbios do movimento são aqueles quadros caracterizados por movimentos anormais ou excessivos, que não podem ser controlados pela pessoa. Eles acontecem devido algum problema no funcionamento do sistema nervoso, e podem afetar muito a capacidade funcional do paciente, bem como a sua qualidade de vida.</p>
<p>Inúmeras doenças cursam com distúrbios do movimento, seja como sintoma inicial, seja com a evolução do quadro clínico. A lista de patologias que podem acarretar esses sintomas é enorme, indo desde problemas congênitos ou agravos durante o nascimento a doenças neurodegenerativas e traumas. Por isso, além de sabermos diagnosticar corretamente as causas dos distúrbios motores, precisamos estar preparados para tratá-los.</p>
<p>Hoje temos uma enorme gama de alternativas de tratamentos, que passam por: medicações orais, injetáveis (com destaque para a terapêutica com toxina botulínica), procedimentos específicos como a Neuromodulação não-invasiva/estimulação magnética transcraniana (EMT) e até técnicas cirúrgicas convencionais e de estimulação cerebral profunda, além de abordagens complementares diversas nas áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, entre outros.</p>
<p>Promoção da qualidade de vida e de melhores níveis de autonomia para os pacientes são as palavras-chave nesses casos – lembrando sempre que os resultados são individualizados e que contam para isso diversas variáveis, a começar pelo quadro clínico específico de cada um.</p>
<p><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tremores-tiques-distonias-e-outros-disturbios-do-movimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Aqui neste link falo mais detalhadamente sobre alguns dos distúrbios do movimento mais comuns</strong></a></p>
<p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<ul>
<li>Os distúrbios do movimento podem ser classificados em hipocinéticos (com redução dos movimentos) ou hipercinéticos (com aumento dos movimentos);</li>
<li>Os distúrbios do tipo hipercinético são caracterizados por movimentos anormais, excessivos e involuntários, tais como: tremores, distonias, coreias, balismos, mioclonias e combinações variadas entre eles. Eles acontecem devido a perda da inibição do sistema nervoso central, e podem afetar muito a capacidade funcional do paciente, bem como a sua qualidade de vida;</li>
<li>É comum ainda a associação de dor, principalmente nos casos de <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratamento-de-ponta-para-a-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Idosos se beneficiam de tratamentos com toxina botulínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 22:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Botox]]></category>
		<category><![CDATA[cuidadores de idosos]]></category>
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		<category><![CDATA[distúrbios do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[terapêutica com toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na área da Neurorreabilitação, temos pacientes de TODAS as faixas etárias. Contudo, os idosos acabam por formar um público especialmente assistido, devido à grande recorrência de determinados quadros clínicos nessa faixa etária. Doença de Parkinson, Alzheimer e sequelas de AVC são algumas dessas situações de grande prevalência entre esses indivíduos, que, hoje, podem contar com  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na área da Neurorreabilitação, temos pacientes de TODAS as faixas etárias. Contudo, os idosos acabam por formar um público especialmente assistido, devido à grande recorrência de determinados quadros clínicos nessa faixa etária. Doença de Parkinson, Alzheimer e sequelas de AVC são algumas dessas situações de grande prevalência entre esses indivíduos, que, hoje, podem contar com uma gama de possibilidades terapêuticas para melhorar as suas condições gerais e qualidade de vida.</p>
<p>Tais cuidados passam por áreas como Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia e Fisioterapia, entre outras. Muitos familiares surpreendem-se também com a possibilidade dos tratamentos com toxina botulínica, mesmo no caso dos pacientes acamados. Nessas situações, o atendimento domiciliar é uma possibilidade a ser considerada.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1151" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/03/idosos.png" alt="" width="600" height="594" /></p>
<p>Nos estágios avançados da Doença de Parkinson, Doença de Alzheimer ou em casos de sequelas motoras extensas de AVC ou de traumatismo cranioencefálico, as aplicações de toxina botulínica são de grande importância para o tratamento e a redução da espasticidade (contratura exagerada dos músculos) e da distonia (contração exagerada e que cursa com alteração de postura). A toxina botulínica age também na redução da dor e permite, assim, um melhor manejo do paciente pelos seus cuidadores.</p>
<p>Com isso, temos menores riscos de fraturas, prevenção de deformidades ósseas, correção de posturas viciosas e facilitação dos cuidados de higienização. Com a melhoria nas suas condições gerais, a tendência é de que esse paciente também responda melhor aos demais processos terapêuticos a que estiver sendo submetido, como no caso dos exercícios fisioterápicos ou das atividades ocupacionais.</p>
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